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Santo Sudário é exposto na Catedral de Turim até junho

sudarioTurim – A Catedral de Turim, norte da Itália, abriu neste domingo, 19, a exposição do Santo Sudário, cinco anos depois da última mostra.

A exposição, até o dia 24 de junho, terá o tema “O maior amor”, e neste domingo, 19, o Papa Francisco, confirmou que sua visita será no dia 21 de junho. Dirigindo-se aos fiéis na Praça São Pedro, o Pontífice fez votos que “o gesto de veneração do Sudário nos ajude a encontrar em Jesus Cristo o rosto misericordioso de Deus e a reconhecê-lo nos rostos dos irmãos, especialmente dos que mais sofrem”.

O Custódio pontifício do lençol, Arcebispo de Turim, Dom Cesare Nosiglia, presidiu uma missa às 11 horas, marcando também o encerramento das celebrações do bicentenário do nascimento de Dom Bosco.

Em sua homilia, o Arcebispo convidou os fiéis a “não se deixarem abater pelo mal, mas a vencê-lo com o bem, a não recuar diante da violência contra os inocentes, do compromissos de reconciliação e paz, fundados na justiça e no amor”.

Um milhão de pessoas já reservaram sua entrada. As exibições do Santo Sudário são raríssimas. Desde que chegou à cidade, no século XVI, o manto foi exposto à visitação em apenas dez ocasiões.
“Com o Papa Francisco – disse Dom Nosiglia na missa – compreenderemos que não somos nós a olhar para aquele rosto, mas nos sentiremos observados e convidados a não passar com superficialidade diante dos sofrimentos entorno de nós e no mundo inteiro”.

Origem
A peça de linho de 4,36 m de altura por 1,10 m de largura na qual, segundo a tradição, ficou gravada a imagem do corpo de Cristo com as marcas da crucificação e sobretudo de seu rosto, foi descoberta em meados do século XIV na igreja colegial de Nossa Senhora, em Lirey, nas proximidades de Troyes, na França. A família real dos Savoia, que reinou na Itália até 1946, presenteou a Santa Sé com o Santo Sudário em 1983.

Ao longo dos séculos, a autenticidade do tecido foi estudada pelo menos uma dezena de vezes. Nunca houve um veredicto final. Os historiadores, baseando-se principalmente em uma prova de carbono 14 realizada em 1988, estabeleceram que o tecido teria sido fabricado na Idade Média, entre 1260 e 1390, mas esta datação tem sido questionada.

A visitação ao Santo Sudário é gratuita e deve ser agendada pela internet (www.sindone.org). As informações do site estão em italiano, francês e em inglês.

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